Poemas
de
Reginaldo Coelho & Lenaviola
Catatônico
O vento passa,
rodopia em meu corpo
varre de mim teu perfume...
teus vestígios.
O tempo passa e eu fico aqui,
sentado sobre a pedra,
olhando teu rosto
que já não está.
O vento rodopia
levanta folhas secas do chão
Que voam solenes
Qual revoada de andorinhas,
para de novo tocarem o chão.
Inertes.
O tempo inexorável
traz a tarde
e, metódico, pontualmente
faz o negro véu da noite cair sobre mim.
O vento agora é brisa fria
orvalhado de tristeza.
E lentamente lava na pedra
as tuas inscrições
E eu permaneço velando tua ausência.
O tempo avança pela noite
Lento e pesado
desabando sobre meu corpo cansado
e decrépito que cai sobre o chão frio, marmorizado.
Meus olhos vazios ainda buscam você...
O vento frio da madrugada
lentamente adormece meu corpo.
Então te encontro em sonhos diversos.
E reconheço-te na bruma espessa que te aprisiona.
O vento que sopra
nas primeiras horas da manhã
arranca de minha mão cansada,
a rosa vermelha
que rola perdida sobre a pedra fria
e para diante de tua lápide
O tempo traz novamente à tarde
completando o ciclo de mais um dia.
O primeiro dia do resto dos meus dias sem você.
Até breve doce amor.
*
Reginaldo Coelho e Lenaviola.

Teu sorriso
O tempo avança pela noite
Lento e pesado
desabando sobre meu corpo cansado
e decrépito que cai sobre o chão frio, marmorizado.
Meus olhos vazios ainda buscam você...
O vento frio da madrugada
lentamente adormece meu corpo.
Então te encontro em sonhos diversos.
E reconheço-te na bruma espessa que te aprisiona.
O vento que sopra
nas primeiras horas da manhã
arranca de minha mão cansada,
a rosa vermelha
que rola perdida sobre a pedra fria
e para diante de tua lápide
O tempo traz novamente à tarde
completando o ciclo de mais um dia.
O primeiro dia do resto dos meus dias sem você.
Até breve doce amor.
*
Lenaviola & Reginaldo Coelho.

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Thais "beija-flor"
Midi:
forbidden_love
Imagem: Colhida na Internet sem mencionar restrição